Partido Brasil - Capítulo IV
Respeito por: Jonas Marques
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O impeachment de 1992 e o de 2016 têm diferenças e semelhanças bem características. Em relação a Collor, não se quis fatiar o bolo (guloso); resultado: caiu. Em relação a atual conjuntura governista, fatiou-se demais o bolo (partilha exagerada e ilícita); resultado: ficou refém dos aliados-algozes.
O instituto da representatividade, no Brasil, ainda é uma instituição falida. Mas, estamos amadurecendo.
No que se refere à Globo, independente de posições políticas, só analisando o seu poder sobre a opinião pública e sobre a política brasileira, fico impressionado com sua capacidade ímpar de eleger políticos e de destituí-los. Juntando os três poderes do Estado - legislativo, executivo e judiciário - não se chega nem aos pés do poder que tal emissora possui. Isso não é bom para uma democracia.
Que se ventilem na telinha os podres de todos os corruptos e não só de alguns. Isso é jornalismo. O bom jornalismo com todos os direitos fundamentais, capitaneados na Constituição Federal, que dizem respeito a informar sem nenhum tipo de censura. E não o mau jornalismo que se esconde por trás de tais direitos de maneira sorrateira e, ato contínuo, excede o exercício de tais direitos (ato ilícito) para interesses meramente pessoais e escusos.
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O impeachment de 1992 e o de 2016 têm diferenças e semelhanças bem características. Em relação a Collor, não se quis fatiar o bolo (guloso); resultado: caiu. Em relação a atual conjuntura governista, fatiou-se demais o bolo (partilha exagerada e ilícita); resultado: ficou refém dos aliados-algozes.
O instituto da representatividade, no Brasil, ainda é uma instituição falida. Mas, estamos amadurecendo.
No que se refere à Globo, independente de posições políticas, só analisando o seu poder sobre a opinião pública e sobre a política brasileira, fico impressionado com sua capacidade ímpar de eleger políticos e de destituí-los. Juntando os três poderes do Estado - legislativo, executivo e judiciário - não se chega nem aos pés do poder que tal emissora possui. Isso não é bom para uma democracia.
Que se ventilem na telinha os podres de todos os corruptos e não só de alguns. Isso é jornalismo. O bom jornalismo com todos os direitos fundamentais, capitaneados na Constituição Federal, que dizem respeito a informar sem nenhum tipo de censura. E não o mau jornalismo que se esconde por trás de tais direitos de maneira sorrateira e, ato contínuo, excede o exercício de tais direitos (ato ilícito) para interesses meramente pessoais e escusos.


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